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terça-feira, 18 de março de 2014

Será que a sua carta de condução não caducou já ?

É muito provável que a data de renovação que está indicada na sua carta de condução, já não seja a correcta !



De há 6 anos a esta parte que, a renovação da carta de condução passou a ser obrigatória aos 50, 60, 65 e 70 e posteriormente de 2 em 2 anos, sem limite de idade.
Confira, no quadro abaixo, se já está na altura de renovar, ou não !

Condutores de veículos das categorias A, B, BE, A1 e B1
Ano
nascimento
Ano para revalidação da Carta de Condução
50 anos
60 anos
65 anos
70 anos
72 anos
74 anos
76 anos
78 anos
1965
2015
2025
2030
2035
2037
2039
2041
2043
1964
2014
2024
2029
2034
2036
2038
2040
2042
1963
2013
2023
2028
2033
2035
2037
2039
2041
1962
2012
2022
2027
2032
2034
2036
2038
2040
1961
2011
2021
2026
2031
2033
2035
2037
2039
1960
2010
2020
2025
2030
2032
2034
2036
2038
1959
2009
2019
2024
2029
2031
2033
2035
2037
1958
2008
2018
2023
2028
2030
2032
2034
2036
1957
2017
2022
2027
2029
2031
2033
2035
1956
2016
2021
2026
2028
2030
2032
2034
1955
2015
2020
2025
2027
2029
2031
2033
1954
2014
2019
2024
2026
2028
2030
2032
1953
2013
2018
2023
2025
2027
2029
2031
1952
2012
2017
2022
2024
2026
2028
2030
1951
2011
2016
2021
2023
2025
2027
2029
1950
2010
2015
2020
2022
2024
2026
2028
1949
2009
2014
2019
2021
2023
2025
2027
1948
2008
2013
2018
2020
2022
2024
2026
1947
2012
2017
2019
2021
2023
2025
1946
2011
2016
2018
2020
2022
2024
1945
2010
2015
2017
2019
2021
2023
1944
2009
2014
2016
2018
2020
2022
1943
2008
2013
2015
2017
2019
2021
1942
2012
2014
2016
2018
2020
1941
2011
2013
2015
2017
2019
1940
2010
2012
2014
2016
2018
1939
2009
2011
2013
2015
2017
1938
2008
2010
2012
2014
2016
1937
2009
2011
2013
2015
1936
2008
2010
2012
2014
1935
2009
2011
2013
1934
2008
2010
2012
1933
2009
2011

Mais informação consulte o site do IMTT


quarta-feira, 12 de março de 2014

Se só a reforma não é suficiente, então há que pensar no nosso próprio "mealheiro"!

Segundo o relatório "Envelhecer: Receio em Relação ao Futuro", elaborado pela consultora Nielsen, menos de metade dos portugueses acredita que quando se aposentarem, terão uma reforma suficiente para viver. 




Segundo o estudo, efectuado em 60 países (30.000  inquiridos), 17% dos cidadãos portugueses irão recorrer aos planos de reforma, para complementar a quebra na fonte de rendimento.

De acordo com este estudo, 50% dos portugueses não sabem se terão dinheiro suficiente para viverem de forma "desafogada" e 40% questionam-se se terão condições para fazer face às despesas com saúde.

No que diz respeito à idade de reforma, 41% dos portugueses acredita que a mesma irá ocorrer entre os 60 e os 65 anos, enquanto 29% não partilha dessa opinião e cre que só o poderá fazer após os 66 anos, fasquia fixada como sendo a única para uma aposentação sem penalizações. 

Este estudo indica, também, como principal preocupação dos idosos portugueses (66% dos inquiridos) a capacidade de serem autossuficientes em relação à alimentação, vestuário e higiene. Assim como 63% dos portugueses vê com bastante preocupação a possivel perda de agilidade ou faculdades mentais.

COMPLEMENTOS DE REFORMA

É vasto o leque disponível no mercado, quando falamos em poupanças a pensar na idade de reforma, sendo os mais conhecidos os PPR's (Plano Poupança Reforma).

No entanto existe um leque maior de alternativas,  em que o valor que poderemos colocar de lado acaba por se traduzir em pouco mais do que o preço de um café por dia.

Se colocássemos, por exemplo, um pequeno montante de  parte, no valor de 25 eur/mês seria o suficiente para começar a fazer crescer um  "mealheiro", pensando no futuro.  

É bom não esquecer que as seguradoras acabam por não ser apenas aquela entidade que tem seguros de risco.  Estas apresentam-nos um leque de soluções para as nossas poupanças de forma credível e com taxas de juro mais atraentes que algumas aplicações a prazo existentes no mercado.

Muito ou pouco, será sempre um "mealheiro" para quando chegar a altura em que mais vamos necessitar.

Porque não experimentar pedir uma simulação de quanto poderá amealhar e saber todas as condições ?

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

No mundo dos seguros, quase tudo é "segurável" !

Há quem segure partes do seu corpo, outros seguram-se na eventualidade de virem a ser raptados por Extra-Terrestres !



Para além das tradicionais apólices, que todos nós conhecemos, que servem para proteger a nossa viatura, a nossa casa, os nossos animais domésticos, a nossa saúde e vida, existem outras bem mais bizarras, que são feitas pontualmente por certas companhias de seguros, espalhadas pelos 5 continentes.

Convido-vos a conhecer algumas das apólices mais bizarras, alguma vez feitas !

Partes do corpo seguras


O que têm em comum a modelo Heidi Klum, a cantora Dolly Parton e o guitarrista Keith Richards ?  Pois bem, os 3 são exemplos de quem segurou partes do seu corpo !

A super modelo Heidi Klum assegurou as suas pernas em 2,2 milhões dólares (1,6 milhões euros), com um "pequeno detalhe: a perna direita ficou avaliada em 1,2 milhões dólares (875 mil euros) e a perna esquerda em "apenas" 1 milhão dólares (729 mil euros)... por ter uma pequena cicatriz.



No caso da famosa cantora country Dolly Parton, os seus seios foram segurados em 300 mil dólares (219 mil eur), cada um.



Já o guitarrista dos Rolling Stones, Keith Richards, tem um seguro de 1,5 milhões dólares (1,1 milhões euros) para o caso de ter algum problema nos seus dedos,  que o impeça de tocar. 



Curiosamente, muitos dos seguros das celebridades, são pagos pelas marcas patrocinadoras associadas a estas estrelas. 


Os 5 sentidos bem... protegidos


Aqui estão 2 casos curiosos, de pessoas que seguraram um dos seus 5 sentidos !

Ilja Gort, escritor e vinicultor holandês, segurou o seu nariz (em 2008) por cerca de 8 milhões dólares (5,8 milhões euros), não fosse perder a capacidade de "olfactar" os aromas dos seus vinhos.



Por seu lado, um ano depois, Gennaro Pelliccia - um famoso provador de café da Costa Rica - segurou a sua língua e as papilas gustativas, no valor de 14 milhões dólares (10,2 milhões euros).



Casamentos seguros


Eis um seguro que se está a tornar cada vez mais comum nos Estados Unidos América.

Basicamente é um seguro que garante as despesas derivadas do cancelamento do casamento, por motivo de doença, acidente quer do próprio, quer do local onde, por exemplo, se iria realizar o copo de água (uma tempestade, por exemplo).

Até mesmo o aconselhamento profissional que venha a ser necessário, para que os noivos recuperem do eventual stress emocional derivado ao cancelamento do casamento, estará seguro.

Seguros contra Extra-Terrestres


Subscrever um seguro com coberturas que protejam em caso de rapto, é algo que já não é muito "estranho". Mas subscrever um seguro do mesmo género, mas no caso dos raptores serem extraterrestres...

E no entanto esse género de seguro existe !  Durante a década de 90 (do séc.XX), uma empresa britânica chegou a comercializar um seguro nestes moldes, em que atribuía uma indemnização para cobrir os danos sofridos por pessoas que fossem raptadas por ET's... desde que conseguissem prová-lo !

Seguro no caso de... atribuição de prémios


Muitas são as marcas que, durante uma campanha de marketing, oferecem um prémio "gordo", caso aconteça um determinado evento (grande parte das vezes, bastante improvável).

No entanto, como tudo é possível (até o mais improvável!), para se precaverem, essas mesmas marcas "asseguram-se" !
Foi o caso da famosa cadeia de fast-food norte americana - Taco Bell - que fez um seguro para cobrir a eventualidade de ter de oferecer a todas as pessoas nos EUA, um taco gratuito.

Assim como a marca de uísque Cutty Sark fez uma campanha em que oferecia um prémio de 1 milhão libras (1,2 milhões euros), ao "afortunado" que conseguisse caçar o monstro de Loch Ness.

Qualquer uma deles, pelo sim/pelo não, acabou por fazer um seguro para cobrir essas possibilidades (ainda que remotas).

Rir no cinema, mas... seguro


Parece mentira, mas no início do séc.XX, uma produtora de cinema, para se prevenir da possibilidade de algum dos seus espectadores puder sucumbir de um ataque de riso excessivo, enquanto via um filme numa sala de cinema, subscreveu um seguro para esse efeito !

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Sinistralidade automóvel: 1 em cada 3 condutores, lê mensagens a conduzir


Esta foi uma das conclusões retirada do estudo "Distração ao Volante", elaborado pela Allianz Center for Technology.



Segundo este estudo, 1 em cada 3 acidentes de viação, devem-se a distrações dos condutores, isto porque 1/5 do tempo de condução é utilizado em diversas actividades "extras".

Mesmo a proibição de falar ao telemóvel, enquanto conduzem, é ignorada por uma grande percentagem de condutores.

Para se ter uma ideia, 40% dos inquiridos admitiram fazer chamadas, sem qualquer sistema de mãos livres.

Isto para não falar que, 2 em cada 10 condutores, admitiram escrever sms ou e-mail's, enquanto conduzem e 1 em cada 3, lêr mensagens.

O mais curioso neste estudo é que, 60% dos inquiridos consideram a utilização do telemóvel, por parte dos outros condutores, como sendo uma das mais perigosas fontes de distração na estrada.

É o chamado: Ouve o que digo, não faças o que faço.

No seguimento deste tema, o realizador Werner Herzog produziu um documentário, de pouco mais de 30 min., intitulado "From One Second to the Next" - e que alerta para os perigos de enviar sms, enquanto se conduz.


Parte de texto retirado do Jornal Metro, de 14/01/2014

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Seguro de acidentes pessoais para praticantes de corrida

Se é um praticante amador de corrida, não federado e pretende estar seguro quer em lazer, competição, treino ou estágio (incluindo as deslocações inerentes), então isto interessa-lhe !



Já existe no mercado um seguro nestes moldes, destinado a todos aqueles que fazem da corrida o seu hobbie.

Para além de garantir os riscos de Morte ou Invalidez Permanente; Incapacidade Temporária por Internamento Hospitalar e Despesas de Tratamento e Repatriamento, tem outras coberturas direccionadas aos corredores.

Inclui os danos no equipamento desportivo (por quebra, roubo ou em viagem); o reembolso da inscrição em provas, por ocorrência de sinistro de acidentes pessoais e assistência em viagem, com garantias por acidente e doença.

Para saber mais, clique aqui

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

O que a crise fez à relação dos portugueses com os seguros?


Nunca os portugueses tiveram tanta necessidade de proteção e de quem assuma despesas inesperadas em caso de sinistro. 



Mas há muito tempo que as famílias não sentiam tanta dificuldade em conseguir pagar os prémios de todos os seguros que precisam. Como pode o mercado segurador responder com mais eficácia às novas necessidades dos portugueses?

E se o Inverno for rigoroso a ponto de um temporal destruir o telhado da sua casa? 

E se um despiste na estrada deixar o seu carro impróprio para circular por meios próprios? 

E se um dos seus filhos necessitar de uma cirurgia com caráter de urgência? 

E se a criminalidade chegar até ao seu bairro e o seu património for escolhido pelos amigos do alheio enquanto você se ausentou para trabalhar?

Se reparar bem, em menos de 30 segundos já leu quatro hipóteses de imprevistos que bem podem deixar danificado o seu orçamento doméstico, caso um destes azares lhe bata à porta. Pensando racionalmente, os portugueses reconhecem, de forma geral, que fará todo o sentido subscrever apólices de seguro que transfiram para uma seguradora a responsabilidade de assumir estas despesas. Mas os tempos estão difíceis para muitas famílias e nem todas podem assumir o encargo que representa o pagamento de prémios de seguros para todas as coberturas que gostariam de subscrever. Na hora de tomar decisões, os seguros obrigatórios ganham preferência. Por vezes, a única preferência.

"Uma crise tem sempre duas vertentes no tocante à procura de seguros por parte de particulares, famílias, e mesmo até das empresas", reconhece José António de Sousa, presidente da Liberty Seguros. "Por um lado há uma crescente procura de coberturas para os riscos que aumentam com a crise (furto, roubo, assaltos, vida, saúde, etc.), por outro uma diminuição natural da procura por parte daqueles pais de família que têm que optar entre manter a cobertura de danos próprios no automóvel (versus a mais barata cobertura contra terceiros apenas), ou continuar a levar alimentos nutritivos para a família, ou que têm que optar entre continuar a poupar para a reforma (PPR), ou pagar a prestação da casa", constata o responsável da seguradora. "Nas empresas passa-se algo muito similar. As que reduziram pessoal, e portanto a folha de salários, também reduziram a cobertura em Acidentes de Trabalho, as que reduziram frotas ou as passaram a gerir de outra forma, também passaram a pagar menos prémios. Isso não significa que haja menor sensibilidade ao risco ou uma forma diferente de ver a necessidade de proteção patrimonial através dos seguros", conclui José António de Sousa. É, efetivamente, uma necessidade de escolha e de medição de prioridades, que se aplica em várias áreas da vida dos portugueses e que os seguros, naturalmente, não são exceção.

Nos seguros de vida, é também inegável a correlação entre a conjuntura económica e a evolução deste segmento de mercado, confirma ao OJE Oscar Herencia, general manager da MetLife." Tradicionalmente, pela sensibilidade e importância que estas áreas assumem, as famílias e particulares tendem a ser muito criteriosos e exigentes ao avançar para este tipo de produtos, que em maior ou menor instância vão ter impacto no seu futuro. No actual contexto socioeconómico, essas preocupações tornam-se ainda mais prementes e resultam em maiores considerações aquando de um investimento", refere o responsável da MetLife.
Maturidade é a palavra escolhida por Oscar Herencia para caracterizar o mercado de seguros que veio a encontrar em Portugal, salientando mesmo que a crise terá consolidado esse estado evolutivo do setor. "Hoje, os portugueses têm a noção de que uma apólice é muito mais que o preço do prémio ao final do mês: é uma garantia de estabilidade e de segurança. Ou seja, não é de todo um custo, é sim um investimento no futuro familiar por forma a protegerm-se contra qualquer adversidade", alega Oscar Herencia.

O preço, sempre o preço


Impossível de disfarçar é a crescente importância que o preço dos seguros assume na escolha da solução que se subscreve, seja em que ramo for. E esta teoria é válida tanto para clientes particulares, como para clientes empresariais. Milhares de mediadores espalhados pelo país sabem o que custa perder um contrato de seguro porque o cliente encontrou uma proposta 8 ou 9 euros mais barata. Mas acontece todos os dias. Cabe aos profissionais da mediação, mais do que nunca, fazer valer a qualidade do serviço que a sua empresa garante, a rapidez da assistência e a disponibilidade para resolver todos os problemas inerentes à gestão de um sinistro. Mas a verdade é que no momento da subscrição do seguro e do seu pagamento, o cliente não está perante nenhum sinistro e espera até que nunca venha a estar nessa situação. E esta lógica de "pagamento adiantado" por um serviço que nem sequer se tem a certeza de alguma vez vir a usufruir não abona em favor do trabalho que diariamente é assegurado pela distribuição profissional de seguros.

Mas depois surgem os casos mediáticos. As imagens de casas destelhadas, de fábricas arruinados, de culturas destruídas e carros despedaçados. Há quem tenha seguro e consiga ser ressarcido pelos danos sofridos. Há quem não tenha seguro e fique entregue à própria sorte. É nessa altura que muitos portugueses são confrontadas com a diferença substancial entre ter e não ter seguro. Pedro Seixas Vale lembra que "sendo pesada a fatura suportada nestes momentos, são estes, também a razão da existência das seguradoras e a maior evidência da importância dos seguros para a sociedade. Foi, por isso, com muita satisfação que se assistiu, uma vez mais, à célere e eficaz intervenção das seguradoras nestes sinistros, assumindo plenamente as suas responsabilidades e dedicando até recursos excecionais à peritagem e regularização dos processos". 

texto de 21/11/2013, retirado do jornal OJE on-line


segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Fundação apresenta estudo europeu sobre a sinistralidade com ciclistas

O número de pessoas a andar de bicicleta está a crescer, não só em Portugal, como em toda a Europa. Exemplo de tal é o número de adeptos que cada vez mais optam pela utilização das ciclovias, das ruas, dos jardins para a prática deste desporto, bem como do número de iniciativas ligadas ao uso da bicicleta que têm vindo a ser desenvolvidas em Portugal. Devido a esta realidade, a Fundação MAPFRE Espanha uniu-se à Comissão Europeia e ao projecto europeu BIKE-PAL e elaborou um estudo inédito que revela dados surpreendentes da sinistralidade rodoviária com ciclistas na Europa.




Segundo o relatório apresentado, a grande maioria dos acidentes (70%) aconteceu em zonas urbanas e, principalmente, nos meses de Junho, Julho e Agosto. Cerca de 75% dos ciclistas perderam a vida na estrada, sendo que 50% como resultado de uma colisão, 25% em impactos contra veículos pesados e 20% por queda isolada do ciclista. Das vítimas mortais, nove em cada dez foram homens e 18% tinha menos de 20 anos.

«Numa altura em que cada vez mais gente utiliza a bicicleta como meio de transporte económico e não poluente, este estudo levado a cabo pela Fundação MAPFRE Espanha apresenta números preocupantes que merecem toda a consideração por parte das autoridades. É necessário tomar medidas que reforcem a segurança dos ciclistas mas, sobretudo, educar para a prevenção e para a adopção de práticas de segurança rodoviária, como o uso de capacete, um elemento de segurança primordial que previne duas em cada três lesões na cabeça», refere João Gama, director de comunicação e estudos de mercado da Fundação MAPFRE.

Veja aqui "A bicicleta e a Segurança Rodoviária"

Texto de Sandra Gonçalves, retirado do Diário Digital de 18 Outubro 2013